Fique por dentro de todos os nossos super descontos e novidades!
Corpo e Alma Quilombola
Simulador de Frete
- Calcular freteCorpo e Alma Quilombola é uma obra que articula direito, política pública e escuta sensível para revelar a presença viva - e historicamente silenciada - das comunidades quilombolas no espaço urbano de Porto Alegre. Partindo das vozes das próprias lideranças quilombolas, o livro rompe com abordagens normativas abstratas e propõe uma leitura descolonial da cidadania, do território e da justiça socioterritorial.
CARINE LABRES é Mestra em Direito pela Faculdade de Direito da Fundação Escola Superior do Ministério Público (2025). Mestranda em Políticas Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2025-2026). Especialista em Direito Eleitoral; Direito Civil e Processual Civil pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2017). Especialista em Direito Penal e Processual Penal pela Faculdade de Direito da Fundação Escola Superior do Ministério Público (2021); Direito de Família e Sucessões pela Faculdade de Direito da Fundação Escola Superior do Ministério Público (2022). Graduada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2003). Juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. Atualmente é titular do Primeiro Juizado da Primeira Vara Cível do Foro Regional da Tristeza, Comarca de Porto Alegre/RS.
| Código | 859590159 |
| código de barras | 9788595901599 |
| Categoria | Políticas Públicas |
| Marca | Livraria Do Advogado Editora |
| Disponibilidade | Imediata |
- Autor: Carine Labres
- Edição: 1
- Número de Páginas: 234
- Formato: 16x23cm
- Acabamento: Brochura
- Ano: 2026
Introdução
Capítulo 1 – Vulnerabilidade e Poder: Direitos humanos, dignidade e
intersubjetividade constitucional
1.1. Direitos humanos em perspectiva crítica: reflexões sobre a padronização
hegemônica e eurocêntrica do paradigma ético da dignidade
1.2. Estado Constitucional Democrático de Direito: as múltiplas dimensões da
dignidade e sua instrumentalização na ordem jurídica brasileira
1.3. Quilombos e o legado à identidade brasileira: da história à atualidade,
espaços de resistência, ancestralidade e luta por reconhecimento
1.4. Intersubjetividade constitucional e internalização de normativas
internacionais: a vulnerabilidade quilombola e a luta histórica por direitos
1.5. Compromisso internacional de reparação da trajetória quilombola no Brasil:
um olhar a partir do instituinte
Capítulo 2 – Lutas e resistência quilombola: da negação à afirmação e
efetivação de direitos
2.1. Do colonialismo ao cosmopolitismo étnico: epistemes que estruturam a
não colonialidade; a descolonialidade e o contracolonizar
2.1.1. Dimensões da colonialidade e consequências brutais da opressão:
uma abordagem dos padrões do poder, do ser e do saber
2.1.2. A arte de descolonizar a partir da hermenêutica jurídica: perspectivas
epistemológicas
2.1.3. A arte de descolonizar a partir da Justiça Distributiva Cultural:
perspectivas epistemológicas interculturais e transmodernas
2.2. Resistir para existir: da negação à afirmação como sujeito de direito e o
sentido descolonial da expressão “remanescentes das comunidades
dos quilombos”
2.3. Dignidade étnica e fundamentalidade de direitos quilombolas
2.4. Quilombolas: desafios, resistências e demandas contemporâneas
2.5. Território e cosmovisão quilombola: o descortinar de um cosmopolitismo
étnico
Capítulo 3 – Da democracia formal à libertação ontológica: o federalismo
brasileiro e os desafios das políticas quilombolas no Estado
de Bem-Estar Social
3.1. Estado de Bem-Estar Social e federalismo brasileiro: quem responde pela
efetividade de políticas quilombolas?
3.2. Entre a inércia estatal e a efetivação de direitos quilombolas: itinerários e
desafios à superação da reparação simbólica
3.2.1. Programa Brasil Quilombola (PBQ): 2004 a 2014
3.2.2. Agenda Social Quilombola: 2007 a 2023
3.2.3. Programa Aquilomba Brasil e Política Nacional de Gestão Territorial
e Ambiental Quilombola
3.3. Reinventando o Estado a partir do Quilombo: reflexões jurídico-filosóficas
do bem-estar social sob perspectiva ontológica
3.4. Cidadania quilombola em perspectiva: a política pública como instrumento
de insurgência e de emancipação do ser
3.5. Quando o Quilombo inspira a norma: epistemes descoloniais para um
Modelo de Política Quilombola de Estado com expressão ontológica e
emancipatória
Capítulo 4 – Raízes quilombolas e feridas contemporâneas: as vozes
silenciadas de Porto Alegre
4.1. Porto Alegre Quilombola: a cidadania estilhaçada pela colonialidade
4.1.1. Quilombo da Família Silva
4.1.2. Quilombo do Areal Luiz Guaranha
4.1.3. Quilombo Família Fidélix
4.1.4. Quilombo dos Alpes
4.1.5. Quilombo Família Flores
4.1.6. Quilombo Família Lemos
4.1.7. Quilombo Família Machado
4.1.8. Quilombo Vila Kédi
4.2. Urbe colonial e resistência quilombola: do silêncio ao grito contra a
violência, o medo e o apagamento social
4.3. Urbanismo insurgente e Justiça Socioterritorial: rompendo epistemologias
para cidades plurais, inclusivas e sustentáveis
4.4. Corpo, alma e território quilombola: a segurança da posse coletiva como
fundamento de direitos civis e políticos
4.5. Reescrevendo Porto Alegre: a proposição de um Marco Legal Descolonial
para Políticas Quilombolas
4.5.1. Apresentação de Projeto de Lei
4.5.2. Justificativa para apresentação do projeto
4.5.3. Diretrizes técnico-operacionais para implementação da política no
contexto urbano de Porto Alegre
Conclusão
Referências
Apêndice A – Modelo do primeiro questionário (2024)
Apêndice B – Modelo do segundo questionário (2025)







