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Princípio Anticorrupção, O
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- Calcular freteEntre a agonia ética e a resiliência institucional, o Brasil vivencia uma corrosão que sacrifica direitos fundamentais. Diante de uma cleptocracia sistêmica, este livro visa demonstrar a existência de um Princípio Anticorrupção autônomo, extraído tanto do âmago das constituições quanto do direito internacional. A pesquisa indaga se tal princípio, mesmo que implícito, é capaz de balizar o sistema de integridade nacional ou se demanda positivação expressa no texto constitucional. O Ministério Público brasileiro renasce cotidianamente, fortalecido para novos ciclos de enfrentamento, mesmo ante as barreiras e iniciativas de retrocesso que tentam mitigar seu alcance e desvirtuar sua essência. Em um processo de eterna reconstrução, a instituição reafirma que, para os guardiões da probidade, o recuo é juridicamente impossível e moralmente impensável. Não se pode negar a natureza geneticamente estabelecida pelo constituinte de 1988: a de sentinela inabalável e guardião do princípio anticorrupção, um esteio fundamental para a consolidação do Estado Democrático de Direito.
Amílcar Araújo Carneiro Júnior é Doutor em Direito Justiça e Cidadania no Século XXI pela Universidade de Coimbra, revalidado Doutor em Direito do Estado pela Universidade de São Paulo; Mestre em Direito Processual e Cidadania pela Universidade Paranaense ? UNIPAR. Máster en proceso penal y garantismo, Universitat de Girona; Especialista em Direito Constitucional pela Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso do Sul ? UNAES. Membro do IBDP ? Instituto Brasileiro de Direito Processual. Membro da ABRAMPA ? Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público do Meio Ambiente. Membro do Ministério Público de Mato Grosso do Sul exercendo sua função de Promotor de Justiça na cidade de Dourados/MS. Possui graduação em Direito pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (1998). Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Público, Processo Coletivo e Interesses Difusos e Coletivos.
| Código | 859590183 |
| código de barras | 9788595901834 |
| Categoria | Penal |
| Marca | Livraria Do Advogado Editora |
| Disponibilidade | Imediata |
| Informação adicional | O Ministério Público Brasileiro como Guardião da Integridade Republicana |
- Autor: Amílcar Araújo Carneiro Júnior
- Edição: 1
- Número de Páginas: 365
- Formato: 17x24cm
- Acabamento: Brochura
- Ano: 2027
Introdução
Parte I – Arqueologia Teórica e Conceitual
Capítulo I – As faces da corrupção: da antiguidade ao mundo contemporâneo
1. A modernidade e o contrato social: a corrupção institucionalizada
2. Por que a corrupção persiste? Perspectivas teóricas e culturais
2.1. Teoria da modernização e neoinstitucionalismo
2.1.1. Grease the whells
2.1.2. A teoria da cultura política
2.1.3. Cultura política e corrupção
2.1.4. O neoinstitucionalismo e a lógica do incentivo
2.1.5. Modelo de ação coletiva e corrupção
3. O desafio da conceituação: a corrupção como fenômeno polimórfico
4. A taxonomia do desvio: das cores à intensidade do fenômeno
4.1. Critério da legitimidade social e percepção pública
4.2. Critério da natureza das esferas de atuação
4.3. Critério da extensão e profundidade do dano
4.4. Critério dos efeitos sobre as relações sociais
4.5. Critério da frequência e institucionalização
4.6. Critério da previsão legal
4.7. A taxonomia da corrupção como instrumento de enfrentamento no contexto brasileiro
Parte II – O Estado da Arte do Princípio Anticorrupção
Capítulo I – Princípio anticorrupção
1. Origem e natureza do Estado: contrato e poder simbólico
1.1. Perfil do Estado brasileiro: a dialética entre ideal republicano e patologias do patrimonialismo
1.2. Prolegômenos de um princípio: Constituição, valores e a distinção normativa
1.2.1. A plasticidade do direito moderno: princípios implícitos como mandatos de otimização na sociedade de risco
1.2.2. A distinção qualitativa entre princípios e regras: fundamentos da plasticidade normativa
1.2.3. Funcionalidade dos princípios na sociedade de risco
1.2.4. Princípios implícitos: descobrimento e funcionalidade
1.2.5. As três dimensões funcionais dos princípios implícitos: análise à luz da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal
1.2.6. A tríplice funcionalidade como instrumento de concretização do princípio anticorrupção
1.2.7. Conclusão: plasticidade, reflexividade e integridade institucional
1.2.8. A questão do Civil Law e a metodologia de descobrimento dos princípios implícitos
2. O princípio anticorrupção implícito no direito comparado: a experiência
norte-americana como precedente metodológico
2.1. A tese de Zephyr Teachout: o Princípio Anticorrupção como vetor estruturante
2.2. O Princípio como vetor autônomo e o Constitutional Purposivism
2.3. Recepção e críticas à tese de Teachout
2.4. A relevância metodológica da tese de Teachout para os direitos brasileiro e
português
2.5. O precedente metodológico norte-americano como validação do Princípio Anticorrupção implícito
3. Construção do princípio anticorrupção no direito multinível: da ordem interna à dimensão internacional
3.1. A convergência lusófona: Jónatas Machado e a autonomia do princípio
3.2. O silêncio eloquente: por que o princípio é implícito?
3.3. Para além da lei: a dimensão axiológica e deontológica
3.4. A rede global de proteção: tratados, convenções e o diálogo de fontes
3.5. Corrupção como violação de direitos humanos e o direito ao governo honesto
3.6. O sistema de justiça e a dupla fundamentação: o guardião ministerial
4. O cenário da captura: do suborno à deformação do direito
4.1. O backlash institucional: a reação das oligarquias
4.1.1. O homem cordial e o jeitinho brasileiro
4.1.2. A refutação da causalidade exclusiva pós-independência
4.2. As engrenagens da captura: patrimonialismo e o estímulo imediato à corrupção endêmica
5. O princípio anticorrupção como axiologia estruturante
5.1. A irradiação das cláusulas pétreas: República, eleições e administração
5.2. O Princípio Anticorrupção nas relações internacionais (art. 4°)
5.3. Princípios especiais de direito eleitoral
5.4. Princípios reitores da administração pública (art. 37)
5.5. O Ministério Público como sentinela da moralidade republicana
6. O princípio anticorrupção no bloco de constitucionalidade
6.1. A autonomia e a densificação axiológica do princípio
6.2. Agressão aos direitos fundamentais e o revival republicano
6.3. Plasticidade e funções do princípio
Capítulo II – Direito humano à integridade e o custo da desigualdade
1. Corrupção: problema de direitos humanos
1.1. Contextos da corrupção como prejudicial aos direitos sociais
1.2. Nexo de causalidade entre corrupção e subdesenvolvimento
1.3. Corrupção como violação de direitos humanos (PIDESC e PIDCP)
1.4. A corrupção nas linhas de frente: quando o desvio de recursos se converte em
crime contra a humanidade
1.5. Ações e discussões sobre a corrupção como violação de direitos humanos em nível global
1.6. Direito fundamental anticorrupção sob a ótica internacional
1.6.1. Principais convenções anticorrupção ratificadas pelo Brasil
2. Boa administração como imperativo democrático: para além da gestão, um direito humano
2.1. Direito fundamental (anticorrupção) a uma administração proba e honesta
2.2. A dupla face da integridade: entre o limite do poder e o direito do cidadão
2.3. O dever de probidade: a contrapartida ética do exercício do poder
2.4. Princípio anticorrupção embasado no direito internacional como vetor
interpretativo para a defesa do patrimônio público brasileiro
2.5. Princípio anticorrupção como sol de integridade: a força radiante sobre o ordenamento jurídico
3. A justificativa para um princípio anticorrupção autônomo: da suficiência aparente à necessidade estrutural
3.1. Da generalidade ao mandato de otimização
3.2. A função contramajoritária e o sistema imunitário contra o retrocesso
3.3. O imperativo da proatividade: o Ministério Público como arquiteto da integridade
3.4. A dimensão sistêmica e a ponte de convencionalidade
3.5. Plasticidade, funções multifacetadas e a engenharia antissísmica do Estado de Direito
4. A arquitetura da resistência: fiscalização, controle e a prática do princípio
anticorrupção
4.1. As engrenagens do controle: legalidade, legitimidade e o dever de accountability
4.2. Bloco de convencionalidade e integridade
Parte III – Prática Institucional e Resiliência187
Capítulo I – Ministério Público: construção de sua trajetória
1. A reinvenção do Ministério Público: de defensor do soberano a advogado da sociedade
1.1. O neoinstitucionalismo e o path dependence da integridade
1.2. A ontologia do Ministério Público: entre a instituição e a organização
1.3. O Ministério Público sob a ótica transnacional: da ONU à Procuradoria Europeia
1.4. Associações do Ministério Público
2. Estruturação do Ministério Público brasileiro
2.1. O Ministério Público brasileiro: autonomia institucional e missão constitucional anticorrupção
2.1.1. Posição institucional e autonomia
2.1.2. Guardião do princípio constitucional anticorrupção
2.1.3. Autonomias e sistema de freios e contrapesos
2.1.4. Tutela do direito fundamental anticorrupção
2.2. Princípios institucionais do Ministério Público brasileiro
2.2.1. Independência e autonomia do Ministério Público: perspectiva comparada
2.2.1.1. Modelos de Ministério Público: common law e civil law
2.2.1.2. Experiências comparadas
2.2.1.3. Obrigatoriedade versus oportunidade da ação penal
2.2.1.4. Controles e garantias
2.2.1.5. Princípio do Promotor Natural
2.2.1.6. Independência como garantia democrática
2.2.1.7. Princípio da unidade e planejamento estratégico anticorrupção
2.2.1.8. Unidade e princípio anticorrupção: planejamento estratégico
2.2.1.9. Ponderação entre unidade e independência funcional à luz do
princípio anticorrupção
2.2.1.10. Indivisibilidade
2.2.2. Princípios institucionais como instrumentos de concretização do princípio anticorrupção
2.2.3. O Conselho Nacional do Ministério Público e a tensão entre controle e independência: ameaças ao princípio constitucional anticorrupção
2.2.3.1. Limites constitucionais do controle: preservação da autonomia funcional
2.2.3.2. A reação à efetividade: narrativas de deslegitimação e ameaças à independência
2.2.3.3. A PEC 5/2021 e a tentativa de captura institucional
2.2.3.4. A ameaça permanente e a defesa da independência como defesa da República
Capítulo II – Controle da corrupção pelo Ministério Público
1. Ministério Público como agente de controle do Estado pelo próprio Estado
2. Atuação do Ministério Público brasileiro no combate à corrupção
2.1. Atuação repressiva do Ministério Público na persecução penal: da ineficácia à estratégia
2.1.1. Inteligência financeira e interoperabilidade de dados: follow the money
2.1.2. O Ministério Público como dominus litis e a tutela de bens jurídicos
coletivos
2.1.3. Desafios da investigação em ambientes de corrupção sistêmica
2.1.4. Acordos de colaboração e resolutividade
2.1.5. Eficácia substantiva: recuperação de ativos e desarticulação da logística da corrupção
2.2. Da tutela clássica à crise normativa: o Ministério Público e os novos desafios da atuação repressiva não penal
2.2.1. A Lei da Ação Civil Pública: o instrumento clássico de tutela do patrimônio público
2.2.1.1. O renascimento da ação civil pública no contexto da nova LIA
2.2.2. A ação de improbidade administrativa: do protagonismo à crise
2.2.2.1.Efetividade do modelo clássico: dados empíricos
2.2.2.2. A ruptura: a Lei 14.230/2021 e a derrogação do modelo clássico
2.2.2.3. O labirinto da nova improbidade: desafios e retrocessos da Lei nº 14.230/2021
2.2.2.3.1. O problema da retroatividade e a anistia oculta
2.2.2.3.2. Outros retrocessos e problemas de sistematização
2.2.4. A lei anticorrupção empresarial (Lei 12.846/2013): instrumento subutilizado
2.2.4.1. Potencial estratégico no contexto da Nova LIA
2.2.4.2. O Ministério Público e o acordo de leniência: da omissão à
participação sistêmica
3. Estratégias de enfrentamento: o Ministério Público entre a cláusula anticorrupção e a opção política do legislador
3.1. Da espada à parede, o caminho da resiliência institucional
3.2. Fundamentos das estratégias anticorrupção: os três pilares
3.3. A “Dose Ótima de Corrupção” e o custo-benefício do combate
3.4. Experiência internacional e o modelo brasileiro em construção
3.4.1. Hong Kong: o modelo de agência anticorrupção autônoma
3.4.2. ENCCLA: embrião de uma agência anticorrupção brasileira
3.4.3. Retrocessos legislativos e institucionais: o desmonte do arcabouço anticorrupção
3.4.3.1. Estudos sobre o desmonte institucional
3.4.3.1.1. Retrocessos legislativos
3.4.3.1.2. Retrocesso judicial: ADI 6.630 – tentativa de flexibilização
da lei da ficha limpa
3.4.3.1.3. Disruptura Institucional
4. O princípio constitucional anticorrupção como cláusula de barreira
5. Resiliência institucional e o papel do Ministério Público como guardião do princípio anticorrupção
5.1. Efeitos dos retrocessos anticorrupção para a democracia brasileira: uma análise acadêmica
5.1.1. Erosão da Legitimidade Democrática
5.1.2. Vulnerabilidade a alternativas autoritárias
5.1.3. Neutralização do sistema de freios e contrapesos
5.1.4. Deterioração da qualidade da democracia
5.1.5. O círculo vicioso: retrocessos, percepção e degradação
5.1.6. Implicações para a resiliência democrática
6. Ressignificação de instrumentos conservadores: respostas institucionais aos
retrocessos anticorrupção
6.1. Controle de constitucionalidade como instrumento anticorrupção
6.1.1. A legitimidade do Ministério Público no controle de constitucionalidade
6.1.1.1. Atuação preventiva e resolutiva
6.1.1.2. O princípio da vedação ao retrocesso social
6.1.1.3. A ADI 7236 e o julgamento definitivo dos dispositivos da Lei 14.230/2021
6.1.1.4. Inconstitucionalidades materiais da Lei 14.230/2021
7. Controle de convencionalidade como instrumento anticorrupção
7.1. O status supralegal das convenções anticorrupção
7.2. O dever judicial de controle de convencionalidade
7.3. O papel do Ministério Público no controle de convencionalidade
7.4. Modalidades de atuação do Ministério Público
7.4.1. Controle concentrado de convencionalidade
7.4.2. Controle difuso de convencionalidade
7.5. Caso concreto: inconvencionalidade da Lei 14.230/2021
7.6. Controle de convencionalidade na atuação extraprocessual
7.7. O controle de convencionalidade como válvula de segurança do Estado de Direito:
um estudo de caso simulado
7.7.1. O cenário de ruptura: a “Lei da Anistia Administrativa”
7.7.2. A atuação do Ministério Público: acionando a dimensão da
convencionalidade
7.7.3. A solução jurisdicional: o controle difuso e o diálogo das fontes
7.7.4. Conclusão do caso: o MP como guardião do consenso normativo global
8. Atuação extraprocessual ressignificada: prevenção e resolução consensual
9. Instrumentos penais despenalizadores ressignificados: o acordo de não persecução
penal (ANPP)
9.1. Evolução histórica da consensualidade no Direito Penal brasileiro
9.2. O ANPP como instrumento resolutivo
9.3. Aplicabilidade aos crimes de corrupção
9.4. Condições e cláusulas do ANPP
9.5. Ressignificação do papel do Ministério Público
10. Enfrentamento não penal: instrumentos cíveis ressignificados
10.1. O inquérito civil resolutivo: ressignificação de instrumento investigativo no
combate à corrupção
10.1.1. A ressignificação: de investigativo a resolutivo
10.1.2. O inquérito civil como instrumento de reforma estrutural e indução de
políticas públicas
10.1.3. Efetividade e desafios
10.1.4. Análise comparada e singularidade brasileira
10.2. Recomendações: de sugestão a instrumento de pressão institucional
10.2.1. Ressignificação das recomendações286
10.3. Compromisso de ajustamento de conduta (TAC): ressignificação consensual
10.3.1. Fundamentos jurídicos para a inclusão de cláusulas de integridade no TAC
10.3.2. Vantagens do TAC com cláusulas de integridade como alternativa ao ANPC
10.3.3. Estrutura das cláusulas de integridade no TAC
10.3.4. Desafios e críticas
10.4. Acordo de Não Persecução Cível (ANPC): consensualidade na improbidade
10.5. Audiências públicas: transparência e participação social
10.6. Participação e fomento de colegiados externos
10.7. Canais de atendimento ao público nos padrões de ressignificação
11. Análise transversal: padrões e limites da ressignificação
11.1. Padrões de ressignificação
11.2. Limites e riscos
Capítulo III – A ressignificação como estratégia de resiliência institucional
1. Um espectro ampliado de estratégias anticorrupção para o Ministério Público
1.1. Eixo I – Dimensão tecnológica: e a inteligência artificial e Big Data
1.1.1. Os canais de denúncia e a proteção ao whistleblower: pilares da atuação estratégica do Ministério Público
1.1.2. Infrestrutura tecnológica da confiança
1.1.3. Criação de Centros de Inteligência Anticorrupção (CIACs)
1.2. Eixo II – A dimensão indutora e estruturante: o MP como arquiteto da governança
1.2.1. O Ministério Público como indutor da reengenharia institucional
1.2.2. Do compliance de fachada à integridade efetiva
1.2.3. O Ministério Público como indutor de integridade na administração pública municipal: uma análise estratégica
1.2.3.1. O Time Brasil como plataforma de indução: da recomendação ao
plano de ação verificável
1.2.4. Proposta de atuação estratégica para o fomento de programas de
integridade municipais
1.2.5. Auditorias de integridade (integrity audits)
1.2.6. Litigância estratégica estruturante (processos estruturais)
1.2.7. Economia comportamental e nudges de integridade
1.3. Eixo III – A dimensão econômico-financeira e recuperação de ativos:
desarticulando a lógica do crime
1.3.1. Inteligência financeira e recuperação estratégica de ativos (Asset Recovery)
1.3.2. Análise econômica do direito (AED) e mensuração do dano social
1.3.3. Combate a cartéis e defesa da ordem econômica
1.3.4. Despatrimonialização e confisco alargado
1.4. Eixo IV – Dimensão social, educativa e accountability: construindo a cultura da integridade
1.4.1. Controle social e parcerias com a sociedade civil e jornalismo investigativo
1.4.2. Educação para a cidadania e tecnologias sociais de integridade
1.4.3. Accountability institucional e métricas de impacto qualitativo
1.4.4. Integração com tribunais de contas e controladorias
2. A arquitetura da integridade e a dupla hélice da atuação ministerial
2.1. O Ministério Público brasileiro como protagonista na articulação anticorrupção
3. O Ministério Público como arquiteto da integridade pública
Conclusão
Referências bibliográficas
Referências da internet (fontes digitais)








