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Princípio Anticorrupção, O

859590183
Disponibilidade: Imediata
O Ministério Público Brasileiro como Guardião da Integridade Republicana

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Descrição Geral

Entre a agonia ética e a resiliência institucional, o Brasil vivencia uma corrosão que sacrifica direitos fundamentais. Diante de uma cleptocracia sistêmica, este livro visa demonstrar a existência de um Princípio Anticorrupção autônomo, extraído tanto do âmago das constituições quanto do direito internacional. A pesquisa indaga se tal princípio, mesmo que implícito, é capaz de balizar o sistema de integridade nacional ou se demanda positivação expressa no texto constitucional. O Ministério Público brasileiro renasce cotidianamente, fortalecido para novos ciclos de enfrentamento, mesmo ante as barreiras e iniciativas de retrocesso que tentam mitigar seu alcance e desvirtuar sua essência. Em um processo de eterna reconstrução, a instituição reafirma que, para os guardiões da probidade, o recuo é juridicamente impossível e moralmente impensável. Não se pode negar a natureza geneticamente estabelecida pelo constituinte de 1988: a de sentinela inabalável e guardião do princípio anticorrupção, um esteio fundamental para a consolidação do Estado Democrático de Direito.

Amílcar Araújo Carneiro Júnior é Doutor em Direito Justiça e Cidadania no Século XXI pela Universidade de Coimbra, revalidado Doutor em Direito do Estado pela Universidade de São Paulo; Mestre em Direito Processual e Cidadania pela Universidade Paranaense ? UNIPAR. Máster en proceso penal y garantismo, Universitat de Girona; Especialista em Direito Constitucional pela Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso do Sul ? UNAES. Membro do IBDP ? Instituto Brasileiro de Direito Processual. Membro da ABRAMPA ? Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público do Meio Ambiente. Membro do Ministério Público de Mato Grosso do Sul exercendo sua função de Promotor de Justiça na cidade de Dourados/MS. Possui graduação em Direito pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (1998). Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Público, Processo Coletivo e Interesses Difusos e Coletivos.

Ficha técnica
Código859590183
código de barras9788595901834
CategoriaPenal
MarcaLivraria Do Advogado Editora
DisponibilidadeImediata
Informação adicionalO Ministério Público Brasileiro como Guardião da Integridade Republicana
Características
  • Autor: Amílcar Araújo Carneiro Júnior
  • Edição: 1
  • Número de Páginas: 365
  • Formato: 17x24cm
  • Acabamento: Brochura
  • Ano: 2027
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Sumário

Introdução

Parte I – Arqueologia Teórica e Conceitual

Capítulo I – As faces da corrupção: da antiguidade ao mundo contemporâneo

1. A modernidade e o contrato social: a corrupção institucionalizada

2. Por que a corrupção persiste? Perspectivas teóricas e culturais

2.1. Teoria da modernização e neoinstitucionalismo

2.1.1. Grease the whells

2.1.2. A teoria da cultura política

2.1.3. Cultura política e corrupção

2.1.4. O neoinstitucionalismo e a lógica do incentivo

2.1.5. Modelo de ação coletiva e corrupção

3. O desafio da conceituação: a corrupção como fenômeno polimórfico

4. A taxonomia do desvio: das cores à intensidade do fenômeno

4.1. Critério da legitimidade social e percepção pública

4.2. Critério da natureza das esferas de atuação

4.3. Critério da extensão e profundidade do dano

4.4. Critério dos efeitos sobre as relações sociais

4.5. Critério da frequência e institucionalização

4.6. Critério da previsão legal

4.7. A taxonomia da corrupção como instrumento de enfrentamento no contexto brasileiro

Parte II – O Estado da Arte do Princípio Anticorrupção

Capítulo I – Princípio anticorrupção

1. Origem e natureza do Estado: contrato e poder simbólico

1.1. Perfil do Estado brasileiro: a dialética entre ideal republicano e patologias do patrimonialismo

1.2. Prolegômenos de um princípio: Constituição, valores e a distinção normativa

1.2.1. A plasticidade do direito moderno: princípios implícitos como mandatos de otimização na sociedade de risco

1.2.2. A distinção qualitativa entre princípios e regras: fundamentos da plasticidade normativa

1.2.3. Funcionalidade dos princípios na sociedade de risco

1.2.4. Princípios implícitos: descobrimento e funcionalidade

1.2.5. As três dimensões funcionais dos princípios implícitos: análise à luz da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal

1.2.6. A tríplice funcionalidade como instrumento de concretização do princípio anticorrupção

1.2.7. Conclusão: plasticidade, reflexividade e integridade institucional

1.2.8. A questão do Civil Law e a metodologia de descobrimento dos princípios implícitos

2. O princípio anticorrupção implícito no direito comparado: a experiência
norte-americana como precedente metodológico

2.1. A tese de Zephyr Teachout: o Princípio Anticorrupção como vetor estruturante

2.2. O Princípio como vetor autônomo e o Constitutional Purposivism

2.3. Recepção e críticas à tese de Teachout

2.4. A relevância metodológica da tese de Teachout para os direitos brasileiro e
português

2.5. O precedente metodológico norte-americano como validação do Princípio Anticorrupção implícito

3. Construção do princípio anticorrupção no direito multinível: da ordem interna à dimensão internacional

3.1. A convergência lusófona: Jónatas Machado e a autonomia do princípio

3.2. O silêncio eloquente: por que o princípio é implícito?

3.3. Para além da lei: a dimensão axiológica e deontológica

3.4. A rede global de proteção: tratados, convenções e o diálogo de fontes

3.5. Corrupção como violação de direitos humanos e o direito ao governo honesto

3.6. O sistema de justiça e a dupla fundamentação: o guardião ministerial

4. O cenário da captura: do suborno à deformação do direito

4.1. O backlash institucional: a reação das oligarquias

4.1.1. O homem cordial e o jeitinho brasileiro

4.1.2. A refutação da causalidade exclusiva pós-independência

4.2. As engrenagens da captura: patrimonialismo e o estímulo imediato à corrupção endêmica

5. O princípio anticorrupção como axiologia estruturante

5.1. A irradiação das cláusulas pétreas: República, eleições e administração

5.2. O Princípio Anticorrupção nas relações internacionais (art. 4°)

5.3. Princípios especiais de direito eleitoral

5.4. Princípios reitores da administração pública (art. 37)

5.5. O Ministério Público como sentinela da moralidade republicana

6. O princípio anticorrupção no bloco de constitucionalidade

6.1. A autonomia e a densificação axiológica do princípio

6.2. Agressão aos direitos fundamentais e o revival republicano

6.3. Plasticidade e funções do princípio

Capítulo II – Direito humano à integridade e o custo da desigualdade

1. Corrupção: problema de direitos humanos

1.1. Contextos da corrupção como prejudicial aos direitos sociais

1.2. Nexo de causalidade entre corrupção e subdesenvolvimento

1.3. Corrupção como violação de direitos humanos (PIDESC e PIDCP)

1.4. A corrupção nas linhas de frente: quando o desvio de recursos se converte em
crime contra a humanidade

1.5. Ações e discussões sobre a corrupção como violação de direitos humanos em nível global

1.6. Direito fundamental anticorrupção sob a ótica internacional

1.6.1. Principais convenções anticorrupção ratificadas pelo Brasil

2. Boa administração como imperativo democrático: para além da gestão, um direito humano

2.1. Direito fundamental (anticorrupção) a uma administração proba e honesta

2.2. A dupla face da integridade: entre o limite do poder e o direito do cidadão

2.3. O dever de probidade: a contrapartida ética do exercício do poder

2.4. Princípio anticorrupção embasado no direito internacional como vetor
interpretativo para a defesa do patrimônio público brasileiro

2.5. Princípio anticorrupção como sol de integridade: a força radiante sobre o ordenamento jurídico

3. A justificativa para um princípio anticorrupção autônomo: da suficiência aparente à necessidade estrutural

3.1. Da generalidade ao mandato de otimização

3.2. A função contramajoritária e o sistema imunitário contra o retrocesso

3.3. O imperativo da proatividade: o Ministério Público como arquiteto da integridade

3.4. A dimensão sistêmica e a ponte de convencionalidade

3.5. Plasticidade, funções multifacetadas e a engenharia antissísmica do Estado de Direito

4. A arquitetura da resistência: fiscalização, controle e a prática do princípio
anticorrupção

4.1. As engrenagens do controle: legalidade, legitimidade e o dever de accountability

4.2. Bloco de convencionalidade e integridade

Parte III – Prática Institucional e Resiliência187

Capítulo I – Ministério Público: construção de sua trajetória

1. A reinvenção do Ministério Público: de defensor do soberano a advogado da sociedade

1.1. O neoinstitucionalismo e o path dependence da integridade

1.2. A ontologia do Ministério Público: entre a instituição e a organização

1.3. O Ministério Público sob a ótica transnacional: da ONU à Procuradoria Europeia

1.4. Associações do Ministério Público

2. Estruturação do Ministério Público brasileiro

2.1. O Ministério Público brasileiro: autonomia institucional e missão constitucional anticorrupção

2.1.1. Posição institucional e autonomia

2.1.2. Guardião do princípio constitucional anticorrupção

2.1.3. Autonomias e sistema de freios e contrapesos

2.1.4. Tutela do direito fundamental anticorrupção

2.2. Princípios institucionais do Ministério Público brasileiro

2.2.1. Independência e autonomia do Ministério Público: perspectiva comparada

2.2.1.1. Modelos de Ministério Público: common law e civil law

2.2.1.2. Experiências comparadas

2.2.1.3. Obrigatoriedade versus oportunidade da ação penal

2.2.1.4. Controles e garantias

2.2.1.5. Princípio do Promotor Natural

2.2.1.6. Independência como garantia democrática

2.2.1.7. Princípio da unidade e planejamento estratégico anticorrupção

2.2.1.8. Unidade e princípio anticorrupção: planejamento estratégico

2.2.1.9. Ponderação entre unidade e independência funcional à luz do
princípio anticorrupção

2.2.1.10. Indivisibilidade

2.2.2. Princípios institucionais como instrumentos de concretização do princípio anticorrupção

2.2.3. O Conselho Nacional do Ministério Público e a tensão entre controle e independência: ameaças ao princípio constitucional anticorrupção

2.2.3.1. Limites constitucionais do controle: preservação da autonomia funcional

2.2.3.2. A reação à efetividade: narrativas de deslegitimação e ameaças à independência

2.2.3.3. A PEC 5/2021 e a tentativa de captura institucional

2.2.3.4. A ameaça permanente e a defesa da independência como defesa da República

Capítulo II – Controle da corrupção pelo Ministério Público

1. Ministério Público como agente de controle do Estado pelo próprio Estado

2. Atuação do Ministério Público brasileiro no combate à corrupção

2.1. Atuação repressiva do Ministério Público na persecução penal: da ineficácia à estratégia

2.1.1. Inteligência financeira e interoperabilidade de dados: follow the money

2.1.2. O Ministério Público como dominus litis e a tutela de bens jurídicos
coletivos

2.1.3. Desafios da investigação em ambientes de corrupção sistêmica

2.1.4. Acordos de colaboração e resolutividade

2.1.5. Eficácia substantiva: recuperação de ativos e desarticulação da logística da corrupção

2.2. Da tutela clássica à crise normativa: o Ministério Público e os novos desafios da atuação repressiva não penal

2.2.1. A Lei da Ação Civil Pública: o instrumento clássico de tutela do patrimônio público

2.2.1.1. O renascimento da ação civil pública no contexto da nova LIA

2.2.2. A ação de improbidade administrativa: do protagonismo à crise

2.2.2.1.Efetividade do modelo clássico: dados empíricos

2.2.2.2. A ruptura: a Lei 14.230/2021 e a derrogação do modelo clássico

2.2.2.3. O labirinto da nova improbidade: desafios e retrocessos da Lei nº 14.230/2021

2.2.2.3.1. O problema da retroatividade e a anistia oculta

2.2.2.3.2. Outros retrocessos e problemas de sistematização

2.2.4. A lei anticorrupção empresarial (Lei 12.846/2013): instrumento subutilizado

2.2.4.1. Potencial estratégico no contexto da Nova LIA

2.2.4.2. O Ministério Público e o acordo de leniência: da omissão à
participação sistêmica

3. Estratégias de enfrentamento: o Ministério Público entre a cláusula anticorrupção e a opção política do legislador

3.1. Da espada à parede, o caminho da resiliência institucional

3.2. Fundamentos das estratégias anticorrupção: os três pilares

3.3. A “Dose Ótima de Corrupção” e o custo-benefício do combate

3.4. Experiência internacional e o modelo brasileiro em construção

3.4.1. Hong Kong: o modelo de agência anticorrupção autônoma

3.4.2. ENCCLA: embrião de uma agência anticorrupção brasileira

3.4.3. Retrocessos legislativos e institucionais: o desmonte do arcabouço anticorrupção

3.4.3.1. Estudos sobre o desmonte institucional

3.4.3.1.1. Retrocessos legislativos

3.4.3.1.2. Retrocesso judicial: ADI 6.630 – tentativa de flexibilização
da lei da ficha limpa

3.4.3.1.3. Disruptura Institucional

4. O princípio constitucional anticorrupção como cláusula de barreira

5. Resiliência institucional e o papel do Ministério Público como guardião do princípio anticorrupção

5.1. Efeitos dos retrocessos anticorrupção para a democracia brasileira: uma análise acadêmica

5.1.1. Erosão da Legitimidade Democrática

5.1.2. Vulnerabilidade a alternativas autoritárias

5.1.3. Neutralização do sistema de freios e contrapesos

5.1.4. Deterioração da qualidade da democracia

5.1.5. O círculo vicioso: retrocessos, percepção e degradação

5.1.6. Implicações para a resiliência democrática

6. Ressignificação de instrumentos conservadores: respostas institucionais aos
retrocessos anticorrupção

6.1. Controle de constitucionalidade como instrumento anticorrupção

6.1.1. A legitimidade do Ministério Público no controle de constitucionalidade

6.1.1.1. Atuação preventiva e resolutiva

6.1.1.2. O princípio da vedação ao retrocesso social

6.1.1.3. A ADI 7236 e o julgamento definitivo dos dispositivos da Lei 14.230/2021

6.1.1.4. Inconstitucionalidades materiais da Lei 14.230/2021

7. Controle de convencionalidade como instrumento anticorrupção

7.1. O status supralegal das convenções anticorrupção

7.2. O dever judicial de controle de convencionalidade

7.3. O papel do Ministério Público no controle de convencionalidade

7.4. Modalidades de atuação do Ministério Público

7.4.1. Controle concentrado de convencionalidade

7.4.2. Controle difuso de convencionalidade

7.5. Caso concreto: inconvencionalidade da Lei 14.230/2021

7.6. Controle de convencionalidade na atuação extraprocessual

7.7. O controle de convencionalidade como válvula de segurança do Estado de Direito:
um estudo de caso simulado

7.7.1. O cenário de ruptura: a “Lei da Anistia Administrativa”

7.7.2. A atuação do Ministério Público: acionando a dimensão da
convencionalidade

7.7.3. A solução jurisdicional: o controle difuso e o diálogo das fontes

7.7.4. Conclusão do caso: o MP como guardião do consenso normativo global

8. Atuação extraprocessual ressignificada: prevenção e resolução consensual

9. Instrumentos penais despenalizadores ressignificados: o acordo de não persecução
penal (ANPP)

9.1. Evolução histórica da consensualidade no Direito Penal brasileiro

9.2. O ANPP como instrumento resolutivo

9.3. Aplicabilidade aos crimes de corrupção

9.4. Condições e cláusulas do ANPP

9.5. Ressignificação do papel do Ministério Público

10. Enfrentamento não penal: instrumentos cíveis ressignificados

10.1. O inquérito civil resolutivo: ressignificação de instrumento investigativo no
combate à corrupção

10.1.1. A ressignificação: de investigativo a resolutivo

10.1.2. O inquérito civil como instrumento de reforma estrutural e indução de
políticas públicas

10.1.3. Efetividade e desafios

10.1.4. Análise comparada e singularidade brasileira

10.2. Recomendações: de sugestão a instrumento de pressão institucional

10.2.1. Ressignificação das recomendações286

10.3. Compromisso de ajustamento de conduta (TAC): ressignificação consensual

10.3.1. Fundamentos jurídicos para a inclusão de cláusulas de integridade no TAC

10.3.2. Vantagens do TAC com cláusulas de integridade como alternativa ao ANPC

10.3.3. Estrutura das cláusulas de integridade no TAC

10.3.4. Desafios e críticas

10.4. Acordo de Não Persecução Cível (ANPC): consensualidade na improbidade

10.5. Audiências públicas: transparência e participação social

10.6. Participação e fomento de colegiados externos

10.7. Canais de atendimento ao público nos padrões de ressignificação

11. Análise transversal: padrões e limites da ressignificação

11.1. Padrões de ressignificação

11.2. Limites e riscos

Capítulo III – A ressignificação como estratégia de resiliência institucional

1. Um espectro ampliado de estratégias anticorrupção para o Ministério Público

1.1. Eixo I – Dimensão tecnológica: e a inteligência artificial e Big Data

1.1.1. Os canais de denúncia e a proteção ao whistleblower: pilares da atuação estratégica do Ministério Público

1.1.2. Infrestrutura tecnológica da confiança

1.1.3. Criação de Centros de Inteligência Anticorrupção (CIACs)

1.2. Eixo II – A dimensão indutora e estruturante: o MP como arquiteto da governança

1.2.1. O Ministério Público como indutor da reengenharia institucional

1.2.2. Do compliance de fachada à integridade efetiva

1.2.3. O Ministério Público como indutor de integridade na administração pública municipal: uma análise estratégica

1.2.3.1. O Time Brasil como plataforma de indução: da recomendação ao
plano de ação verificável

1.2.4. Proposta de atuação estratégica para o fomento de programas de
integridade municipais

1.2.5. Auditorias de integridade (integrity audits)

1.2.6. Litigância estratégica estruturante (processos estruturais)

1.2.7. Economia comportamental e nudges de integridade

1.3. Eixo III – A dimensão econômico-financeira e recuperação de ativos:
desarticulando a lógica do crime

1.3.1. Inteligência financeira e recuperação estratégica de ativos (Asset Recovery)

1.3.2. Análise econômica do direito (AED) e mensuração do dano social

1.3.3. Combate a cartéis e defesa da ordem econômica

1.3.4. Despatrimonialização e confisco alargado

1.4. Eixo IV – Dimensão social, educativa e accountability: construindo a cultura da integridade

1.4.1. Controle social e parcerias com a sociedade civil e jornalismo investigativo

1.4.2. Educação para a cidadania e tecnologias sociais de integridade

1.4.3. Accountability institucional e métricas de impacto qualitativo

1.4.4. Integração com tribunais de contas e controladorias

2. A arquitetura da integridade e a dupla hélice da atuação ministerial

2.1. O Ministério Público brasileiro como protagonista na articulação anticorrupção

3. O Ministério Público como arquiteto da integridade pública

Conclusão

Referências bibliográficas

Referências da internet (fontes digitais)

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